
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Angariação de Fundos

Apelamos a todos os alunos, funcionários e professores da Escola Secundária Senhora da Hora que contribuam na angariação de fundos de produtos de bebé e produtos alimentares, de forma a ajudar a instituição A Casa do Caminho.
As caixas e os cartazes apresentados acima encontram-se nos pavilhões A1 e A5.
Obrigada pela colaboração,
O grupo "agir para sorrir".
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A nossa música
Vivemos num mundo cinzento,
Materialista e superficial,
Onde ansiamos pelo momento,
De um sonho de vida ideal.
Mas esquecemo-nos do mais importante,
De algo que não é comprado,
Em que basta unirmos as mãos
E fazer mover os cidadãos.
Queremos gritar bem alto,
E dizer que nem tudo é triste,
Encontraremos a essência da vida
É no voluntariado que ela existe.
Por isso apelamos ao mundo,
Pelo presente e pelo devir,
Vamos transmitir esta mensagem:
Vamos agir para sorrir!
As crianças precisam de nós,
Os sem-abrigo não têm ninguém,
Será que é pedir muito
Dar um sorriso a quem não tem?
Façam com que o amanhã
Seja um dia diferente,
O voluntariado existe,
Digam isso a toda a gente.
O voluntariado existe,
Digam isso a toda a gente. (BIS 2x)
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Reflexões
Passam-se horas, dias, meses e vejo-os passar como se fosse um rio. Coloco o certo no inverso, tornando-o tão errado, desperdiço momentos com coisas fúteis e inúteis. E na vida daquelas crianças? Um segundo, um minuto, uma hora, um dia… é sempre uma luta constante à sobrevivência. Lutam para receber carinho, um sorriso, um abraço, um simples gesto doce. Enfim, lutam a vida toda para poderem sorrir e ter o que qualquer criança deseja. Não imaginamos a quantidade de crianças que assim se encontram, nem imaginamos o quanto as podemos ajudar.
Nascemos, crescemos e vivemos sempre com um apoio incondicional, como se fosse uma base, um ponto de abrigo. Porém, com essas crianças não se passa o mesmo. Normalmente, olha-se para elas com pena, como se isso fosse o suficiente. Olha-se e vê-se uma criança que fora abandonada; por vezes faz-se uma festinha na cabeça, outras vezes lança-se um sorriso ou então, os mais indiferentes, apenas lançam para o ar uma palavra de pena ou conforto. No entanto, é necessário muito mais que isso. É necessário olhar para essas mesmas crianças e tentar perceber o que o seu olhar diz. Com um olhar podemos observar os receios, as inseguranças que cada uma delas sente. E com um sorriso, um abraço ou um toque de carinho podemos ver a sua expressão mudar.
Muitas destas crianças não têm meios de lutar, não tem ninguém capaz de as ajudar. É quando o sol se põe e a lua começa a brilhar que sentem medo de se deitar, pois não sabem como vão acordar. Fecham os olhos e sentem que o mundo está parado, choram por aqueles que os têm magoado. Desconhecem mas, ao mesmo tempo, receiam o futuro, pois o destino tem sido duro, nunca pediram muito mas nem o pouco lhes deram, e neste caminho da vida, é da nossa ajuda que estas crianças esperam. Esta é a realidade que nos revolta, que nos toca, que nos choca. E que só nós podemos alterar, só nós podemos agir para poder vê-las sorrir.
Nascemos, crescemos e vivemos sempre com um apoio incondicional, como se fosse uma base, um ponto de abrigo. Porém, com essas crianças não se passa o mesmo. Normalmente, olha-se para elas com pena, como se isso fosse o suficiente. Olha-se e vê-se uma criança que fora abandonada; por vezes faz-se uma festinha na cabeça, outras vezes lança-se um sorriso ou então, os mais indiferentes, apenas lançam para o ar uma palavra de pena ou conforto. No entanto, é necessário muito mais que isso. É necessário olhar para essas mesmas crianças e tentar perceber o que o seu olhar diz. Com um olhar podemos observar os receios, as inseguranças que cada uma delas sente. E com um sorriso, um abraço ou um toque de carinho podemos ver a sua expressão mudar.
Muitas destas crianças não têm meios de lutar, não tem ninguém capaz de as ajudar. É quando o sol se põe e a lua começa a brilhar que sentem medo de se deitar, pois não sabem como vão acordar. Fecham os olhos e sentem que o mundo está parado, choram por aqueles que os têm magoado. Desconhecem mas, ao mesmo tempo, receiam o futuro, pois o destino tem sido duro, nunca pediram muito mas nem o pouco lhes deram, e neste caminho da vida, é da nossa ajuda que estas crianças esperam. Esta é a realidade que nos revolta, que nos toca, que nos choca. E que só nós podemos alterar, só nós podemos agir para poder vê-las sorrir.
__________________________________________________________
Voluntariado…
Uma palavra tão conhecida
Mas tão pouco usada.
Tento explicar, mas não consigo entender
O porquê das pessoas não o quererem fazer.
Tentam melhorar o mundo,
Dizem que estão fartos
De pobreza e injustiça
Mas a verdade é que ninguém faz nada.
E eu? Será que fiz?
Se não fiz, foi porque não quis?
Estamos todos a tempo de mudar,
É preciso saber ajudar.
Mas, na verdade, quem sou eu?
Uma das muitas pessoas
Que viaja num mundo cheio de ilusões
Enfim…
Estou sem respostas mas tenho cem questões
Sobre este assunto, sobre o mundo.
Todos temos medos e muitos deles revelados,
Todos temos pensamentos, que muitas vezes são repensados
E sentimentos?
Todos temos também, mas estes voam,
Seguem em direcção aos ventos
E reflectem-se em pequenos ou grandes momentos.
Porém, esses momentos não se reflectem
Na vida dos que mais precisam,
As crianças que pensam em desistir e desaparecer
Mas que com a nossa ajuda conseguem vencer.
Caminham numa estrada
Que fica desde sempre marcada…
Devíamos acompanha-la
Mas parece que não somos capazes
Como se algo nos impedisse.
É realmente muito triste.
Acordem, despertem… Ajudem!
Uma palavra tão conhecida
Mas tão pouco usada.
Tento explicar, mas não consigo entender
O porquê das pessoas não o quererem fazer.
Tentam melhorar o mundo,
Dizem que estão fartos
De pobreza e injustiça
Mas a verdade é que ninguém faz nada.
E eu? Será que fiz?
Se não fiz, foi porque não quis?
Estamos todos a tempo de mudar,
É preciso saber ajudar.
Mas, na verdade, quem sou eu?
Uma das muitas pessoas
Que viaja num mundo cheio de ilusões
Enfim…
Estou sem respostas mas tenho cem questões
Sobre este assunto, sobre o mundo.
Todos temos medos e muitos deles revelados,
Todos temos pensamentos, que muitas vezes são repensados
E sentimentos?
Todos temos também, mas estes voam,
Seguem em direcção aos ventos
E reflectem-se em pequenos ou grandes momentos.
Porém, esses momentos não se reflectem
Na vida dos que mais precisam,
As crianças que pensam em desistir e desaparecer
Mas que com a nossa ajuda conseguem vencer.
Caminham numa estrada
Que fica desde sempre marcada…
Devíamos acompanha-la
Mas parece que não somos capazes
Como se algo nos impedisse.
É realmente muito triste.
Acordem, despertem… Ajudem!
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Hino do Voluntariado
VAI E FAZ
Vai e faz - Dá um pouco de ti
Pensa em ti pensa em mim
E nos outros também
Vai e faz - Basta um pouco de ti
Tu vais ser mais feliz
E os outros também
Vai e faz - É de livre vontade
Que este mundo há-de
Ir sempre mais além
Vai. que tu mereces e eu mereço
Faz. Que tu conheces e eu conheço.
Vai. Eu canto aquilo que fizeres.
Faz. Eu quero o mesmo que tu queres.
Vai. E dá antes que te peçam.
Faz. Para que os outros não te impeçam.
Vai. Eu canto aquilo que fizeres.
Faz. Eu quero o mesmo que tu queres.
Texto – Joaquim Pessoa
Música – Paulo de Carvalho
Voz – Paulo de Carvalho
Vozes – Coral Luísa Todi
Direcção – Paulo Lourenço
Eng.º de som – Fernando abrantes
Vai e faz - Dá um pouco de ti
Pensa em ti pensa em mim
E nos outros também
Vai e faz - Basta um pouco de ti
Tu vais ser mais feliz
E os outros também
Vai e faz - É de livre vontade
Que este mundo há-de
Ir sempre mais além
Vai. que tu mereces e eu mereço
Faz. Que tu conheces e eu conheço.
Vai. Eu canto aquilo que fizeres.
Faz. Eu quero o mesmo que tu queres.
Vai. E dá antes que te peçam.
Faz. Para que os outros não te impeçam.
Vai. Eu canto aquilo que fizeres.
Faz. Eu quero o mesmo que tu queres.
Texto – Joaquim Pessoa
Música – Paulo de Carvalho
Voz – Paulo de Carvalho
Vozes – Coral Luísa Todi
Direcção – Paulo Lourenço
Eng.º de som – Fernando abrantes
Etiquetas:
Hino do Ano Internacional do Voluntariado
Descrição da Actividade do 1º. Voluntariado - Casa do Caminho

A actividade foi decorrida no dia 28 de Janeiro de 2010. O grupo dirigiu-se às duas horas à Casa do Caminho com o intuito de realizar voluntariado na piscina da Senhora da Hora com as crianças da instituição. Aguardou-se até 14:30 no átrio da instituição até ao tão esperado encontro com quatro crianças de aproximadamente 2/3 anos. Estas crianças estavam acompanhadas pela responsável do voluntariado na piscina, mostrando um sentimento de desconfiança e receio perante as duas alunas. Após as apresentações, dirigiu-se à piscina que se localizava mesmo em frente à instituição.
Vestiu-se as crianças e avançou-se para a piscina onde se encontravam mais duas voluntárias. Durante a actividade, interagiu-se e brincou-se com equipamentos próprios para as suas idades, como bolas, braçadeiras e bóias em formas de bonecos e outros brinquedos.
Dada por fim a actividade da piscina, que durou aproximadamente 1 hora, seguiu-se para o balneário, deu-se banho e vestiu-se novamente as crianças. Após isto, seguiu-se para o café da piscina para lanchar.
A actividade terminou às 16:15, tendo ficado estabelecido à partida a realização desta de 15 em 15 dias.
Vestiu-se as crianças e avançou-se para a piscina onde se encontravam mais duas voluntárias. Durante a actividade, interagiu-se e brincou-se com equipamentos próprios para as suas idades, como bolas, braçadeiras e bóias em formas de bonecos e outros brinquedos.
Dada por fim a actividade da piscina, que durou aproximadamente 1 hora, seguiu-se para o balneário, deu-se banho e vestiu-se novamente as crianças. Após isto, seguiu-se para o café da piscina para lanchar.
A actividade terminou às 16:15, tendo ficado estabelecido à partida a realização desta de 15 em 15 dias.
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