segunda-feira, 17 de maio de 2010
Angariação de fundos
terça-feira, 27 de abril de 2010
Palestra dia 27 de Abril
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Tentativa de canto
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Angariação de Fundos

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A nossa música
Vivemos num mundo cinzento,
Materialista e superficial,
Onde ansiamos pelo momento,
De um sonho de vida ideal.
Mas esquecemo-nos do mais importante,
De algo que não é comprado,
Em que basta unirmos as mãos
E fazer mover os cidadãos.
Queremos gritar bem alto,
E dizer que nem tudo é triste,
Encontraremos a essência da vida
É no voluntariado que ela existe.
Por isso apelamos ao mundo,
Pelo presente e pelo devir,
Vamos transmitir esta mensagem:
Vamos agir para sorrir!
As crianças precisam de nós,
Os sem-abrigo não têm ninguém,
Será que é pedir muito
Dar um sorriso a quem não tem?
Façam com que o amanhã
Seja um dia diferente,
O voluntariado existe,
Digam isso a toda a gente.
O voluntariado existe,
Digam isso a toda a gente. (BIS 2x)
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Reflexões
Nascemos, crescemos e vivemos sempre com um apoio incondicional, como se fosse uma base, um ponto de abrigo. Porém, com essas crianças não se passa o mesmo. Normalmente, olha-se para elas com pena, como se isso fosse o suficiente. Olha-se e vê-se uma criança que fora abandonada; por vezes faz-se uma festinha na cabeça, outras vezes lança-se um sorriso ou então, os mais indiferentes, apenas lançam para o ar uma palavra de pena ou conforto. No entanto, é necessário muito mais que isso. É necessário olhar para essas mesmas crianças e tentar perceber o que o seu olhar diz. Com um olhar podemos observar os receios, as inseguranças que cada uma delas sente. E com um sorriso, um abraço ou um toque de carinho podemos ver a sua expressão mudar.
Muitas destas crianças não têm meios de lutar, não tem ninguém capaz de as ajudar. É quando o sol se põe e a lua começa a brilhar que sentem medo de se deitar, pois não sabem como vão acordar. Fecham os olhos e sentem que o mundo está parado, choram por aqueles que os têm magoado. Desconhecem mas, ao mesmo tempo, receiam o futuro, pois o destino tem sido duro, nunca pediram muito mas nem o pouco lhes deram, e neste caminho da vida, é da nossa ajuda que estas crianças esperam. Esta é a realidade que nos revolta, que nos toca, que nos choca. E que só nós podemos alterar, só nós podemos agir para poder vê-las sorrir.
Uma palavra tão conhecida
Mas tão pouco usada.
Tento explicar, mas não consigo entender
O porquê das pessoas não o quererem fazer.
Tentam melhorar o mundo,
Dizem que estão fartos
De pobreza e injustiça
Mas a verdade é que ninguém faz nada.
E eu? Será que fiz?
Se não fiz, foi porque não quis?
Estamos todos a tempo de mudar,
É preciso saber ajudar.
Mas, na verdade, quem sou eu?
Uma das muitas pessoas
Que viaja num mundo cheio de ilusões
Enfim…
Estou sem respostas mas tenho cem questões
Sobre este assunto, sobre o mundo.
Todos temos medos e muitos deles revelados,
Todos temos pensamentos, que muitas vezes são repensados
E sentimentos?
Todos temos também, mas estes voam,
Seguem em direcção aos ventos
E reflectem-se em pequenos ou grandes momentos.
Porém, esses momentos não se reflectem
Na vida dos que mais precisam,
As crianças que pensam em desistir e desaparecer
Mas que com a nossa ajuda conseguem vencer.
Caminham numa estrada
Que fica desde sempre marcada…
Devíamos acompanha-la
Mas parece que não somos capazes
Como se algo nos impedisse.
É realmente muito triste.
Acordem, despertem… Ajudem!
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Hino do Voluntariado
Vai e faz - Dá um pouco de ti
Pensa em ti pensa em mim
E nos outros também
Vai e faz - Basta um pouco de ti
Tu vais ser mais feliz
E os outros também
Vai e faz - É de livre vontade
Que este mundo há-de
Ir sempre mais além
Vai. que tu mereces e eu mereço
Faz. Que tu conheces e eu conheço.
Vai. Eu canto aquilo que fizeres.
Faz. Eu quero o mesmo que tu queres.
Vai. E dá antes que te peçam.
Faz. Para que os outros não te impeçam.
Vai. Eu canto aquilo que fizeres.
Faz. Eu quero o mesmo que tu queres.
Texto – Joaquim Pessoa
Música – Paulo de Carvalho
Voz – Paulo de Carvalho
Vozes – Coral Luísa Todi
Direcção – Paulo Lourenço
Eng.º de som – Fernando abrantes
Descrição da Actividade do 1º. Voluntariado - Casa do Caminho

Vestiu-se as crianças e avançou-se para a piscina onde se encontravam mais duas voluntárias. Durante a actividade, interagiu-se e brincou-se com equipamentos próprios para as suas idades, como bolas, braçadeiras e bóias em formas de bonecos e outros brinquedos.
Dada por fim a actividade da piscina, que durou aproximadamente 1 hora, seguiu-se para o balneário, deu-se banho e vestiu-se novamente as crianças. Após isto, seguiu-se para o café da piscina para lanchar.
A actividade terminou às 16:15, tendo ficado estabelecido à partida a realização desta de 15 em 15 dias.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Direitos e Deveres dos Voluntários

2º - Dispor de um cartão de identificação de voluntário;
3º - Enquadrar-se no regime de seguro voluntário no caso de não estar abrangido por um regime obrigatório de Segurança Social;
4º - Exercer o seu trabalho voluntário em condições de higiene e segurança;
5º - Faltar justificadamente, se empregado quando convocado pela Organização Promotora nomeadamente por motivo de cumprimento de missões urgentes em situações de emergência, calamidade pública ou equiparadas;
6º - Receber as indemnizações, subsídios e pensões bem como outras regalias legalmente definidas em caso de acidente ou doença contraída no exercício do trabalho voluntário;
7º - Estabelecer com a entidade que colabora um programa de voluntariado que regule as suas relações mútuas e o conteúdo, natureza e duração do trabalho voluntário que vai realizar;
8º - Ser ouvido na preparação das decisões da organização promotora que afectem o desenvolvimento do trabalho voluntário;
9º - Beneficiar na qualidade de voluntário de um regime especial de transportes públicos nas condições estabelecidas na legislação aplicável;
10º - Ser reembolsado das importâncias despendidas de uma actividade programada pela organização promotora desde que inadiáveis e devidamente justificadas dentro dos limites eventualmente estabelecidos pela mesma entidade.
Deveres do Voluntário
1º - Observar os princípios deontológicos por que se rege a actividade que realiza, designadamente o respeito pela vida privada de todos quanto dela beneficiam;
2º - Observar as normas que regulam o funcionamento da entidade a que presta colaboração e dos respectivos programas e projectos;
3º - Actuar de forma diligente, isenta e solidária;
4º - Participar nos programas de formação destinados ao correcto desenvolvimento do trabalho voluntário;
5º - Zelar pela boa utilização dos recursos materiais e dos bens, equipamentos e utensílios postos ao seu dispor;
6º - Colaborar com profissionais da organização promotora respeitando as suas opções e seguindo as suas orientações técnicas;
7º - Não assumir o papel de representante da organização promotora sem o conhecimento e prévia autorização desta;
8º - Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário de acordo com o programa acordado com a organização promotora;
9º - Utilizar devidamente a identificação como voluntário no exercício da sua actividade.
(Decreto-Lei n.º 71/98 de 3 de Novembro)
O que é ser um voluntário?
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
O nosso projecto

Olá, somos um grupo de Área de Projecto do 12º ano da Escola Secundária Senhora da Hora. Chamamo-nos Pilar e Catarina, e estamos a desenvolver um projecto cujo tema é o "Voluntariado". O nosso objectivo principal é realizar voluntariado com crianças, no entanto este objectivo poderá alargar-se a outras áreas.
Decidimos criar este blog para melhor divulgar o nosso projecto. Assim, iremos colocar as várias actividades que vamos realizando, entre outras coisas até ao final do projecto.
Como tal, estamos abertas a sugestões e agradecemos a vossa colaboração.
Pilar e Catarina

